NAO PERCA..HOJE NA IGREJA BETEL: CURSO SOBRE COMO ESTUDAR A BIBLIA . HORARIO: 19.30HS

GRAÇA E PAZ,

HOJE HAVERÁ NA IGREJA BETEL BRASILEIRO GEISEL, AS 19.30HS O CURSO DE COMO ESTUDAR A BÍBLIA. NÃO PERCA

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CURSO BIBLICO PARA O CULTO DE DOUTRINA DA IGREJA BETEL. TEMA: PRINCIPIOS PRATICOS DA INTERPRETAÇAO DA BIBLIA

 

CONVIDAMOS TODOS PARA ESTAREM HOJE NA IGREJA DO BETEL BRASILEIRO GEISEL, EM FRENTE AO CENTRO COMUNITÁRIO, ONDE HAVERÁ O CURSO PRATICO SOBRE PRINCIPIOS DE INTERPRETAÇÃO DA BÍBLIA.
HORARIO: 19:30HS
ESTAMOS DISPONIBILIZANDO AQUI O MATERIAL QUE SERA USADO:

 
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ESTUDO EBD. TEMA: A COMUNHÃO DOS SANTOS–DATA: 03.11.2013

ESTUDO BÍBLICO DA ESCOLA BIBLICA BETEL BRASILEIRO GEISEL. SITE: WWW.JOSIASMOURA.WORDPRESS.COM

A COMUNHÃO DOS SANTOS

EFESIOS 4:3-6

Entre os muitos benefícios que Cristo trou­xe a todos nós, encontra-se a comunhão existente entre os membros de seu corpo, que é a igreja. É um dos maiores resulta­dos do poder do Espírito Santo na vida da comunidade cristã. Uma comunhão que se apresenta em dois aspectos – visível e invi­sível . A certeza de que em Cristo esta co­munhão é confirmada entre os salvos, tor­na os relacionamentos interpessoais muito mais saudáveis e inspirativos.

Quando surgem desentendimentos e di­visões na igreja de Cristo e entre os seus membros, individualmente, a comunhão vi­sível pode ser quebrada, mas a invisível, ja­mais 0 será.

Apesar da abrangência do termo, pode- se dizer que “Comunhão (Koinonia) Cristã” é, como define William Barclay, em seu li­vro ‘‘Palavras Chaves no Novo Testamen­to”, “aquele vínculo que liga os cristãos uns aos outros, a Cristo e a Deus”. Assim, a partir do momento em que uma pessoa é salva e passa a fazer parte do reino de Deus, esse vínculo se estabelece entre ele e aque­les que já fazem parte desse reino.

Nestes tempos em que surgem cente­nas de denominações cristãs todos os dias em nosso país, nota-se que, cada vez mais, os cristãos se distanciam uns dos outros, vivendo um exclusivismo denominacional que ofusca completamente esta verdade maravilhosa ensinada na Bíblia e reafirma­da no Credo Apostólico

1. A COMUNHÃO RESULTA DA UNICIDADE DA IGREJA

Quando afirmamos que cremos na san­ta igreja, estamos de­clarando que cremos numa igreja cristã que é única, apesar de a mesma se apresentar através de muitos grupos denominacionais ou confessionais. Afirmamos que não há barreiras para a fé. De todos os povos, na­ções, línguas, raças, posições sociais etc., há pessoas que são chamadas à fé e pas­sam a fazer parte da igreja de Cristo. A igreja é uma só, pois a Bíblia não menciona mais de uma. Esta é uma das mais belas e im­pressionantes verdades a respeito da igre­ja, pois é unidade quanto à sua comunhão. Portanto, sendo a igreja uma só, isso sig­nifica dizer que os seus membros desfru­tam de uma comunhão entre si.

A concretização dessa comunhão só é possível pelo fato de Cristo ser o fundamen­to da unidade da igreja (Rm 12.5). O fato de existir um só Deus, um só Salvador e Senhor e um só Espírito, é evidência clara de que existe apenas uma igreja, à qual muitos são chamados para a comunhão (Mt 28.18; At 4.12; Ef4.4ss; Hb 7.27).

Em sua obra Eu e Tu, Martin Buber faz uma bela exposição sobre o relacionamen­to na comunidade cristã, quando diz: “A ver­dadeira comunidade não nasce através de pessoas que possuem simpatia umas para com as outras (embora, na verdade, tal sen­timento seja necessário), mas, primeira­mente, em estar vivendo em comunhão com o Centro vivente, e, em segundo lugar, por estar vivendo em relações mútuas um com outro. Usando a linguagem do Novo Tes­tamento, um cristão poderia dizer: um hõ- mem que tem comunhão com Deus atra­vés do Espírito, pode, também, ter comu­nhão com o seu próximo, mas é Deus quem dá e sustenta ambas. Assim, de acordo com 1João 1.3, o propósito inteiro do Evange­lho é ‘que tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo”.

É tarefa da igreja, pela ajuda indispen­sável do Espírito Santo, trabalhar para cha­mar outros à comunhão. A inclusão since­ra e verdadeira das pessoas no Corpo de Cristo, torna-as participantes dessa união, que é operada pelo Espírito Santo de Deus.

2. A COMUNHÃO É SUSTENTADA A DESPEITO DAS DIFERENÇAS

Outra importante verdade que se apren­de sobre a comunhão dos salvos é que ela é sustentada em meio às diferenças exis­tentes entre os membros do Corpo de Cris­to. Essas diferenças são observadas na vida pessoal e comunitária; entre uma igreja e outra.

Ao comparar os membros do corpo hu­mano com os membros do Corpo de Cris­to, o apóstolo Paulo expõe, com clareza, as diferenças que existem entre um membro e outro, mas todos estão ligados ao mes­mo corpo, e há uma perfeita harmonia en­tre eles (I Co 12.12-31). Uma igreja local é composta de pessoas muito diferentes en­tre si. Nela há brancos e negros, ricos e pobres, doutores e analfabetos, homens e mulheres, crianças e adultos… Mesmo as­sim, existe uma comunhão entre todos, porque essa comunhão que se estabelece é pela obra do Espírito Santo. Essa comu­nhão não é apenas de caráter humano. Mes­mo que alguns quebrem a comunhão visí­vel, a invisível permanece, a despeito das diferenças. O professor J. Robert Nelson, citando o reformador John Knox, diz que a frase “indivíduo cristão’ é, de determinada maneira, contraditória, porque o termo cris­tão pressupõe uma realidade social. Esta realidade social é a igreja, na qual a comu­nhão se manifesta em suas formas divina e humana”.

E quanto à comunhão entre as igrejas, sendo que entre uma e outra há divergên­cias sobre questões doutrinárias, litúrgicas, forma de governo etc.? Será que ela exis­te? Os cristãos se esforçam para evidenciá- la? Essas são algumas perguntas que pre­cisam ser levantadas, pois o que se obser­va é que nem sempre as igrejas estão preo­cupadas em proclamar e demonstrar que tal comunhão existe. Na teoria somos to­dos “irmãos”, membros da mesma família; porém, na prática, as coisas não aconte­cem dessa maneira. Algumas igrejas agem

em relação às outras, como se elas fossem a verdadeira “Babilônia” do Apocalipse, isto entre igrejas evangélicas. São igrejas que desenvolvem um conceito egocêntrico de vida comunitária, fé e culto.

Mesmo que a compreensão sobre a Ceia do Senhor não seja a mesma nas vári­as igrejas, e mesmo que elas insistam em não manifestar comunhão umas com as outras em torno da mesa de Cristo, não se pode quebrar tal comunhão, pois todos os cristãos participam do mesmo pão e do mesmo vinho, apesar de a ministração ser restrita a este ou àquele grupo (I Co 10.17). “Está Cristo dividido?"(I Co 15.22).

Será que as nossas atitudes em rela­ção a outros irmãos de denominações dife­rentes podem nos deixar tranqüilos quan­do dizemos: “Creio na comunhão dos San­tos”?

3. A COMUNHÃO PRECISA SER EVIDENCIADA DE FORMA VISÍVEL

Considerando que a comunhão entre os cristãos é resultado da unicidade da igreja, efetuada por Cristo e confirmada pelo Espí­rito Santo, mesmo que existam diferenças em vários aspectos, a igreja precisa, durante a sua caminhada, revelar que tal comunhão é algo concreto. Precisa demonstrar ao mundo que não é apenas teoria. A prática cristã é o que revela a existência da comu­nhão.

Jesus, na oração sacerdotal, afirma: “Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na uni­dade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim" (Jo 17.22,23).

A comunhão, no Novo Testamento, en­volve a idéia de compartilhar, como afirma William Barclay. Isso pode ser visto na experiência da igreja de Jerusalém. A com­preensão que eles tinham de comunhão era a de partilha para o bem-estar de todos (At 2.42-47). Era uma comunhão visível, resul­tante da comunhão espiritual que havia en­tre eles. Onde há comunhão sincera com Cristo e com o Espírito Santo, há, também, comunhão com os irmãos.

A comunhão visível entre os membros do Corpo de Cristo se dá em amor, como se observa em Efésios 4.15,16 e em I João 3.11-23. Não é possível que a comunhão seja evidenciada sem que o amor esteja presente. Se o amor não direciona os rela­cionamentos na comunidade cristã, então não há amor a Deus (I Jo 3.17; 4.20).

As várias denominações cristãs preci­sam, também, compreender o valor dessa comunhão visível. Evidentemente, não se trata de unir todas numa só, mas unir-se nos esforços para a proclamação do evan­gelho e promoção humana; no diálogo e no respeito pelas diferenças; na valorização da vida e nos propósitos comuns; no cresci­mento mútuo e fortalecimento da fé.

DISCUSSÃO

1. Como as igrejas podem demonstrar ao mundo a veracidade da sua comunhão?

2. No contexto da comunidade local, que responsabilidade assumimos ao decla­rar: “Creio na comunhão dos Santos”?

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ESTUDO EBD. TEMA: A IGREJA. DATA: 27.10.2013

Escola Bíblica dominical da Igreja do Betel Brasileiro Geisel. Site: http://www.josiasmoura.wordpress.com

A IGREJA

MATEUS 18

O que é a Igreja? – 0 corpo e soci­edade dos que acreditam que Deus tem predestinado para a vida eterna.” Esta é a resposta a respeito da igreja, con­tida no Catecismo usado por João Calvino na Igreja de Genebra. Como as pessoas têm visto a igreja? Muitos a vêem como um “hospital”, outros como uma grande “mãe”, e, ainda, outros a definem como uma “comuni­dade de pecadores arrependidos”. Muitos a confundem com o templo ou com a instituição. Nas Escrituras, o termo “igreja” tem várias aplicações, porém, todas se referem a pessoas. Então é correto afirmar que a igreja é a assembléia ou a reunião das pessoas que acreditam no Cristo como Senhor e Salvador.

Este estudo tem como objetivo le­vantar um questionamento sobre a igreja, a partir da afirmação do Credo dos apóstolos: “Creio na Igreja…” Seus atributos têm sido verificados na prá­tica hoje? Ela tem cumprido suas res­ponsabilidades de igreja de Jesus Cris­to? Qual a função da igreja no mundo de hoje? São questões e reflexões que este estudo objetiva fazer.

1. A IGREJA E SUA MISSÃO

A igreja cristã é uma sociedade singular. Nenhum outro ajuntamento de pessoas se parece ou se iguala a ela. Ela tem a missão de ser testemu­nha do Senhor Jesus Cristo (At 1.8). O anúncio das virtudes de Deus foi confiado a ela (I Pe 2.9). O teólogo WIliam Barclay, respondendo à per­gunta: “Onde está a necessidade da Igreja?”, diz que é dentro da igreja que a história de Jesus e a Fé Cristã são preservadas. Segundo ele, a igreja é o “instrumento e o agente através do qual o homem encontra Cristo. A fé cristã, a tradição cristã, o evangelho cristão são preservados dentro da igreja. É a igreja que prega o evange­lho, é a igreja que caminha com o empenho missionário e pastoral; é a igreja que, na palavra escrita e falada e na vida e conduta de seus membros, confronta o homem com Jesus Cris­to.” Toda a vida da igreja deve exalar “o bom perfume de Cristo” (II Co 2.15). O mundo, ao olhar a existência da igreja, deve perceber uma mensa­gem do Cristo. Ela é, segundo o após­tolo, “a carta de Cristo”, escrita pelo Espírito Santo no coração das pesso­as (II Co 3.3). Jesus Cristo confiou à sua igreja a tarefa de ser testemunha (At 1.8). Testemunha do grande amor de Deus ao mundo (Jo 3.16). Teste­munha de sua graça infinita. Teste­munha de suas maravilhosas virtudes (I Pe 2.1-10). Testemunha de sua justiça (Mq 6.8).

2. A IGREJA E SUAS QUALIDADES

As Escrituras falam das qualida­des da igreja. Consideremos algumas destas qualidades:

Ela é santa - O teólogo Jaci Maraschin pergunta, perplexo: “como será possível confessar a ‘santidade’ da igreja quando a vemos pecadora, injusta, falível e mancomunada com poderes políticos dominantes?” O que significa afirmar a santidade da igreja num ambiente de pecado, de vaidade e de injustiças? Significa que ela está “separada” para o serviço de Deus (I Pe 2.9,10). Sua santidade, deriva-se de sua vocação.

Ela é apostólica - Todos os cristãos são herdeiros da fé apostóli­ca. A igreja está fundamentada na doutrina dos apóstolos do Senhor Jesus Cristo. A obra de Jesus Cristo e seus apóstolos precisa continuar com a igreja cristã atual.

Ela é una - Só há uma igreja cristã. Como afirmar isto num mun­do com inúmeras igrejas diferentes? Nosso Senhor Jesus Cristo orou pela unidade da igreja (Jo 17.20-24). O apóstolo Paulo advertiu algumas co­munidades para que não pecassem contra a unidade da igreja do Senhor (Ef 4.1-16; I Co 1.10-17; Fp 2.1-4). A igreja do Senhor Jesus é indivisível.

Estas qualidades da igreja de Cris­to estão presentes na vida de sua co­munidade local? Temos a consciên­cia da nossa santidade para o serviço de Deus no mundo? Temos a visão da universalidade da igreja de Deus? Continuamos no mesmo espírito apostólico? Buscamos a unidade da igreja de Cristo? São perguntas que, se refletidas e analisadas, ajudarão a alcançar o objetivo deste estudo.

3. A IGREJA E AS E SUAS MARCAS

O teólogo João Dias de Araújo, em seu livro Sê Cristão Hoje, comenta que os Reformadores costumavam dar três marcas à comunidade cristã. Eram elas: a celebração dos Sacra­mentos (Ceia e Batismo); a pregação da Palavra de Deus e a aplicação cor­reta da disciplina. Contudo, João Dias acrescenta outras distinções da vida da igreja cristã, as quais destacamos nesta reflexão:

A presença do Espírito Santo - Não existe igreja sem a presença do Espírito Santo. Basicamente, a igreja tomou consciência de que era igreja, com a descida do Espírito Santo (At 2.1-13). Ele se manifesta na vida da igreja, visando um fim proveitoso (I Co 12.7). É Ele que, com sua presen­ça doadora, distribui dons e talentos à igreja com o objetivo de aperfeiçoá- la para o serviço (I Co 12.8-11; Ef 4.11). A presença do Espírito Santo na vida da igreja tem sido deturpada, muitas vezes, por pessoas que ten­tam manipular a operação deste Es­pírito. Muitas comunidades se perde­ram completamente por causa deste desvirtuamento quanto à presença do Espírito Divino.

O amor - Não existe igreja sem o amor. O amor dá autenticidade à exis­tência da igreja (Jo 13.34,35). Ele é o “caminho sobremodo excelente” que precisa ser marca da igreja em qual­quer lugar e em qualquer época (I Co 13). Em muitas comunidades, esta marca tem sido esquecida. Além de orar, cantar e promover reuniões, é preciso, como igreja, amar cada vez mais. O amor é a principal marca da vida da igreja, pois ele é fruto do amor do Deus que a estabeleceu.

O serviço - A igreja é comuni­dade chamada para servir a Deus no mundo. Ela é serva e não senhora. Nosso Senhor Jesus Cristo, cabeça da igreja, deu-nos o exemplo para o serviço (Mc 10.35-45; Jo 13.1-20).

Com essas marcas, a igreja, com certeza, será sempre a presença do Reino de Deus no mundo.

DISCUSSÃO

1. A igreja é una. Como entender esta afirmação em face às muitas de­nominações existentes em nosso país?

2. O ecumenismo é uma tentativa válida para aperfeiçoar a unidade da igreja ou uma estratégia de engano?

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Estudo EBD Geisel. Tema: O ESPIRITO SANTO. Estudo para o dia 20.10.2013

O ESPIRITO SANTO

“Creio no Espírito Santo” Atos 2:1-13

A afirmação de fé no Espírito Santo, registrada no Credo Apostólico, resu­me a crença da igreja no Deus que está presente na História. O Espírito Santo é Deus que está conosco, aquele que é “socorro bem presente nas tributa­ções” (SI 46.1).

Muito se tem falado sobre o Espíri­to Santo. Inúmeros equívocos são co­metidos hoje em nome do Espírito San­to. Necessário é uma releitura dos tex­tos bíblicos e uma profunda reflexão por boa parte da comunidade cristã, desfazendo erros sobre a terceira pes­soa da Trindade.

Cremos no Espírito Santo e que Ele está a serviço do Pai e do Filho, e age na vida da igreja. Não podemos mani­pular o Espírito Santo. Mas podemos e devemos nos colocar numa atitude pas­siva de total submissão à sua Pessoa.

Neste estudo, vamos refletir sobre Ele. Refletiremos sem a pretensão de compreendê-lo plenamente.

A ATUAÇÃO DO ESPIRITO SANTO

As Escrituras registram inúmeras ações do Espírito Santo (Jo 3.5-6;8.44; 16.8; I Co 12.13; IJo 3.8,15,19). Contudo, a principal ação da terceira pessoa da Trindade é aplicar a obra re­dentora de Jesus Cristo em nossas vi­das, levando-nos a desfrutar das bên­çãos da comunhão com o Pai, através de uma vida de serviço ao próximo. Podemos destacar essa atuação do Espírito Santo da seguinte maneira:

1. Ele opera na regeneração - Je­sus disse: "Quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no Rei­no de Deus. O que é nascido da car­ne, é carne; o que é nascido do Espí­rito, é espírito” (Jo 3.5,6). O Espírito Santo nos dá uma nova vida (Tt 3.4,5). Segundo o teólogo João Dias de Araú­jo, essa implantação da nova vida “é efetuada no inconsciente, na raiz pro­funda de nossa personalidade, de ma­neira que toda a nossa vida consciente é atingida e modificada”.

2. Ele opera na conversão - A palavra conversão, tão usada no meio evangélico, quer dizer mudança de di­reção. O Espírito Santo atua em nós, completando a nossa renovação, convertendo-nos.

3. Ele opera na união com Cristo - Como o crente vai ao encontro de Cristo? Tão somente pela ação do Es­pírito Santo, que nos une com Cristo, mas também com o corpo de Cristo, que é sua Igreja (Ef 2.20-22; Jo 15.1- 10; I Co 12.12).

4. Ele opera na justificação – O cristão é justificado em Cristo. Pela fé, o Espírito Santo nos apresenta diante de Deus como justos, por causa de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (Rm 1.17).

5. Ele opera na santificação – O que significa a palavra “santo”? Define-se santo como “o que está separado do comum para um uso especial nas mãos do Senhor”. O Espírito é “santo” e atua em nós auxiliando-nos na santificação de nossas vidas para o serviço de Deus no mundo.

Quando a igreja cristã afirma que crê no Espírito Santo, ela precisa estar consciente e aberta à atuação maravi­lhosa do Espírito.

O ESPÍRITO SANTO É DOADOR

O Espírito Santo não só tem uma ação no mundo, mas também uma do­ação. Ele é doador de boas dádivas. 0 seu agir é generoso. Vejamos algumas de suas doações a nós:

Doador da vida - O antigo Cre­do de Nicéia e Constantinopla, do ano 381 de nossa era, diz:"… e cremos no Espírito Santo, Senhor, doador da vida”. A vida doada pelo Espírito Santo é a mesma vida doada pelo Pai, no ato criador. De acordo com o Gênesis, essa vida foi “soprada” por Deus sobre a criatura (Gn 2.7). Por isso, crer no Es­pírito Santo hoje, é crer que Ele é o doador da vida, e, mais do que isso, lutar contra todos os agentes da mor­te no mundo. Igreja que crê no Espíri­to Santo, é Igreja engajada em obras que promovam a vida humana. Vale lembrar a profecia de Isaías lida na si­nagoga de Nazaré por Jesus, que diz: “O Espírito do Senhor Deus está so­bre mim, porque o Senhor me ungiu, para pregar as boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos, e a pôr em li­berdade os algema dos… ” (Is 61.1; Lc 4.18)

Doador dos dons - O Espírito Santo concede dons à igreja com vis­tas ao seu aperfeiçoamento (Rm 12.6- 8; I Co 12.8-11,28; Ef 4.11). A orien­tação apostólica quanto a estes dons é que eles são para a edificação da igre­ja, e que nenhum deve ser desenvolvi­do sem a presença do amor (I Co 13).

Doador dos frutos - O apóstolo Paulo faz referência ao fruto do Espíri­to (Gl 5.22,23). O fruto, na verdade, se refere a valores da vida cristã que são oriundos de uma profunda comunhão com o Espírito Santo. Mas vem dele, é obra e doação dele. Ele é amor, é ale­gria, é paz, é longanimidade, é benignidade, é bondade, é fidelidade e man­sidão; domínio próprio. Se estes valo­res estão presentes em nós, é tão so­mente pela doação do Espírito Santo.

Crer no Espírito Santo significa, também, estar consciente de suas do­ações a nós.

A FUNÇÃO DO ESPÍRITO SANTO

Dos muitos benefícios da função do Espírito Santo, neste estudo pretende­mos salientar os seguintes:

Ele é Consolador - (Jo 14.16) – “o cristão que vive no Espírito, em meio aos proble­mas da vida aprende a crescer sentin­do o bálsamo espiritual, o refrigério consolador e o encorajamento estimulador da ação do Espírito San­to. É o Espírito quem anima os que se encontram prostrados, fortalece os desvalidos, encoraja os fracos, enxuga as lágrimas dos que choram, alegra os corações tristes, desafia os desmotivados… agindo além do que pensamos ou pedimos (Ef 3.21).”

Ele é Ensinador - Nosso Senhor, ao falar sobre a vinda do Espírito San­to, afirmou que Ele guia a toda a ver­dade (Jo 16.13. Sua função é de ensinador. As Escrituras Sagradas são fruto da inspiração do Espírito Santo (II Pe 1.16-21). Crer no Espírito Santo como educador é também um apelo à tarefa educadora da própria Igreja.

Ele é Orientador - Não nos en­contramos ao léu da sorte, sendo ori­entados por horóscopos, mapas astrais etc. A Igreja que crê no Espírito Santo aceita a orientação sábia deste mesmo Espírito. São várias as ocasiões em que o registro escriturístico confirma a ori­entação do Espírito Santo (Mt 4.1; At 8.29; 10.19,20;)

Ao afirmarmos que cremos no Es­pírito Santo é importante estar consci­entes da ação, da doação e da função deste Espírito maravilhoso que está presente na vida da igreja hoje. Ele é a presença de Deus conosco. Como igre­ja, devemos aproveitar desta presença santa e abençoadora.

Conclusão

O que significa andar no Espíri­to?

Por que, atualmente, há mais ênfase na ação do Espírito Santo como Capacitador do que como Consolador?

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ESTUDOS EBD IGREJA BETEL. TEMA: JESUS CRISTO: FILHO E SENHOR. PARA O DIA: 13.10.2013

JESUS CRISTO: FILHO E SENHOR

‘Creio em Jesus Cristo, seu único filho, Nosso Senhor. João 1.1-14

Quem é Jesus?” – Muitas respostas poderiam ser dadas a esta questão apa­rentemente simples, mas, na verdade, bastante complexa.

Afinal, “quem é Jesus?” Esta intrigante questão vem ocupando a atenção da igre­ja cristã há séculos. Heresias várias eram apresentadas na tentativa de explicar a natureza de Jesus como Homem-Deus, negando um ponto vital da doutrina cris­tã. 0 Credo Apostólico, por exemplo, nas­ceu principalmente com a finalidade de dirimir muitas dúvidas que preocuparam os cristãos dos primeiros séculos. Na épo­ca perguntavam: “Jesus é mais homem ou mais Deus?” ou: “Ele nasceu como Fi­lho ou foi adotado como tal?”. Compre­ende-se, então, o motivo do Credo con­templar principalmente afirmações de fé referentes à pessoa de Jesus, combaten­do doutrinas heréticas como a dos ebionistas, arianos, nestorianos, docentistas, apolinarianos, dentre outros.

A afirmação: “Creio em Jesus Cristo” é portanto, decisiva para a fé cristã, e envolve mais do que uma simples declaração uma vez que compreende diferen­tes e importantes aspectos vitais, a saber:

CREIO EM JESUS CRISTO… O ENVIADO DE DEUS

Jesus (de Nazaré) é o Cristo, o Messi­as, o enviado de Deus. Neste primeiro as­pecto, concebe-se Jesus como aquele que era esperado para a redenção de Israel, con­forme prometido na antiga aliança. Desde o Antigo Testamento (Gn 3.15), Deus prometeu enviar aquele que haveria de destruir a serpente. As páginas vétero- testamentárias encontram-se permeadas da expectativa da vinda do Messias que mu­daria o curso de toda a História.

Disse Pedro: “Tu és o Cristo” (Mc 8.29) – esta confissão expressa a convic­ção não apenas do apóstolo, mas também de toda a comunidade crente. Esta decla­ração ocupa lugar vital na história da sal­vação, confirmando que Deus cumpre fiel­mente as suas promessas e redime ao seu povo.

No prólogo de seu Evangelho (Jo 1.1-11), o apóstolo João apresenta Jesus como o próprio Deus que se encarna e vem habi­tar entre nós (para sempre!). Ainda que afir­ma que Ele “veio para o que era seu e os seus (isto é, os judeus) não o receberam” (Jo 1.11). Infelizmente, ainda hoje, muita gente não reconhece Jesus como o Messi­as enviado por Deus. Destes, muitos aguar­dam a vinda de um líder político, e não de um libertador espiritual. Porém, enfatiza a Palavra que “a pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pe­dra, angular…” (I Pe 2.6-8). No testemu­nho e experiência da igreja, não resta dúvi­da quanto a identidade de Jesus, o Cris­to, o Filho do Homem, o Senhor. Em sua obra Jesus Cristo Libertador, Leonardo Boff argumenta que os títulos são conseqüência da autoridade de Jesus. Ele diz que os títulos “querem decifrar e expli­car essa autoridade… Nenhum título con­seguiu exprimira radicalidade do bom sen­so, da fantasia criadora e da soberania de Jesus. Não são os títulos que criaram esta autoridade, mas a autoridade deu origem aos títulos. Nenhum deles, contudo, con­segue exaurir a riqueza da figura de Je­sus, diante da qual todos, até os demôni­os se admiravam. Quem és tu afinal, Je­sus de Nazaré?”

CREIO EM ESUS CRISTO… O DEUS-HOMEM

Esta declaração é, fatalmente, matéria de fé, pois envolve um conceito inexplicável do ponto de vista humano: “Jesus é Deus ou homem?” Por séculos, esta questão in­comodou a teologia cristã. 0 Concilio Ecumênico de Calcedônia (451 a.D.) defi­ne que Jesus é, ao mesmo tempo e o tem­po todo, Homem e Deus, afirmando que: “Um e o mesmo Cristo, Filho, Senhor, Unigênito, confessado em duas naturezas, sem confusão, sem conversão, sem divi­são, sem separação”.

A natureza “hipostática” de Jesus (ser homem e Deus ao mesmo tempo) consti­tui-se em um grande mistério da fé cristã. Os esforços intelectuais são insuficientes para explicar o mistério da Encarnação. As Escrituras afirmam a Encarnação, sem questioná-la: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus… E o Verbo se fez carne e ha­bitou entre nós, cheio de graça e de ver­dade, e vimos a sua glória, glória como do Unigênito do Pai” (Jo 1.1,14. Compa­re com I Jo 1.1-3).

Por isso, Jesus nasceu por obra do Es­pírito Santo, vestiu-se de humanidade e identificou-se com a nossa realidade: co­meu, bebeu, dormiu, sorriu, chorou, con­viveu com todo tipo de gente, sentiu do­res, angustiou-se, sofreu, morreu etc. Ele foi tentado, mas sem jamais pecar. Ele nos deu o exemplo: .. No mundo passais por aflição. Mas, tende bom ânimo. Eu ven­ci o mundo” (Jo 16.33). Jesus ensinou a possibilidade de uma vida pura e santa. E hoje, coloca-se ao nosso lado para nos aju­dar em nossa caminhada: “Pois naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tenta­do, é poderoso para socorrer aos que são tentados” (Hb 2.18).

CREIO EM JESUS CRISTO… ÚNICO SENHOR E SALVADOR

Ao afirmarmos “Creio em Jesus Cris­to”, declaramos, também, reconhecê-lo como único Senhor e Salvador. Esta con­vicção baseia-se na Palavra de Deus que afirma: “antes, crescei na graça e no co­nhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno” (II Pe 3.18). Jesus é o Salvador, porque primeiro Ele é o Senhor absoluto (Fp 2.9-11).

Segundo a contagem de L. Sabourim e W. Taylor, o Novo Testamento contém 55 nomes diversos para Jesus. Destes, o títu­lo de “Senhor” atribuído a Jesus, ocorre 350 vezes. A afirmação de fé: “Jesus Cris­to é o Senhor” (Rm 10.9; I Co 12.3) é cur­ta, mas uma das primeiras confissões de fé dos cristãos que confrontavam aquela proposta pelo Império Romano, que exigia de seus súditos a declaração de que “César é Senhor” – exigência de imperadores como Nero e Domiciano. Dentre outras ênfases bíblicas, Jesus aceitou título de Senhor (Jo 13.13), pois é o Senhor do Sábado e da lei de Deus (Mc 2.28). Ele é o Senhor sobre o mundo e a humanidade (Rm 14.9), e sobre os poderes e potestades (Ef 1.20). E ainda Senhor dos senhores e Rei dos reis (Ap 17.4); Senhor da Igreja (I Co 4.19) e Se­nhor sobre a morte, em sua ressurreição.

Ele é também o Único e Suficiente Sal­vador que veio “buscar e salvar o perdi­do” (Lc 19.10), isto é, todos os pecado­res, dentre os quais o apóstolo Paulo se considera um dos principais (I Tm 1.15). Ele quer que todos se salvem (I Tm 2.3), de graça, mediante a fé (Ef 2.5-8). Afinal, Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29).

Não basta simplesmente afirmar que Jesus é o Senhor, pois Ele alerta: “Nem todo aquele que me diz; Senhor! Senhor! Entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus” (Mt 7.21-23). Jesus também pergunta: “Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?” (Lc 6.46). Torna-se urgente e necessário, declarar que Jesus é o Senhor e Salvador, mas também e, principalmente, dispor-se a viver pela fé, obedecendo à Palavra de Deus.

Para concluir, julgamos oportuno o co­mentário de L. Boff: “Convém ressaltar: os títulos e nomes, mesmo os mais divinos, não querem apagar o homem-Jesus. An­tes, querem ressaltá-lo. Não querem fun­damentar a soberania e autoridade de Je­sus, mas exprimi-la e realçá-la. No final de tudo, após longo processo de meditação sobre o mistério que se escondia em Je­sus, chegaram a dizer: humano assim como foi Jesus de Nazaré, na vida, na morte e na ressurreição, só podia ser Deus mesmo. Com isto, rompem-se todos os conceitos humanos… Homem e Deus são distintos, mas em Jesus Cristo, chegaram a formar uma unidade sem confusão e sem muta­ção”.

Com segurança e fé, podemos sempre reafirmar: “CREIO EM JESUS CRISTO!”.

DISCUSSÃO

1. Como podemos provar a nossa fé em Cristo?

2. Por que tantas pessoas professam crer em Cristo e depois, com sua conduta, negam a fé?

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